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03.03.2013

Quase três anos sem salário e sendo humilhado

 

Venceu na justiça e teve benefício e salário restituídos

 

Quase três anos sem renda. Assim era a vida de José Rodrigues que por conta de um acidente de trabalho, foi afastado do serviço de motorista de ônibus, atividade que exerceu durante anos em uma grande companhia do segmento de transportes de passageiros.

 

Em atividade como motorista rodoviário, fazendo trajetos intermunicipais e interestaduais, os proventos de Rodrigues ultrapassavam R$ 3 mil por mês. Depois do afastamento, além de ficar sem salário, iniciou-se uma contenda judicial entre o profissional e a empresa.

 

Por conta deste processo, o benefício foi suspenso no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), o que fez com que além da falta de dinheiro, Rodrigues sofresse humilhações na família e entre os amigos. Em uma oportunidade, ex-colegas de trabalho se mobilizaram com doação de dinheiro, depositado na conta dele para compra de alimentos.

 

Em decorrência desta situação, ele teve que deixar a vergonha de lado e algumas vezes, para levantar recurso, chegou a recolher latas e metais das ruas para vender e fazer compras pro lar. Embora tudo parecesse contrário, Rodrigues jamais abandonou a fé, sendo fiel a Jesus e à igreja e sabendo que em Cristo a situação se reverteria.

 

Durante este tempo teve que trocar de advogados, por ter sido engambelado, e fez sozinho aquilo que era atribuição de seus representantes legais. Porém, a determinação surtiu efeito. Foi ele, por meio de consultas aos órgãos competentes, que encontrou parecer positivo à sua causa, descobrindo inclusive que o dinheiro já havia sido depositado.

 

“A atendente me informou que o dinheiro havia sido depositado, mas como não foi sacado dentro do prazo legal, foi devolvido à conta que estava sub júdice. Expliquei a situação a ela, que me deu toda orientação de como recuperar a quantia. Fiz conforme ela instruiu e ainda avisei aos advogados que a causa havia saído, pois nem isto eles sabiam”, disse.

 

Além da causa contra a empresa, está previsto ressarcimento de um valor referente aos anos em que Rodrigues ficou sem receber do próprio INSS. Desde então, ele enaltece a Cristo com mais ênfase, pois apesar dos momentos difíceis, sabe que Deus sempre supriu as necessidades, mesmo a situação sendo desanimadora. “Deus é fiel”, ressaltou.

 

De fé em fé

 

Rodrigues atribui as conquistas a Jesus e a própria fé em Deus. Isto porque ele reconhece que o “mar começou a se abrir” quando participou de campanhas realizadas na igreja, que tem por finalidade chamar a atenção de Deus e mover a portentosa mão do Senhor.

 

Para o Bispo Gerson Cardozo, neste período de deserto, Rodrigues se manteve firme e convicto de servir a um Deus vivo. Muitas vezes ele buscou atendimento pastoral com lágrimas nos olhos, mas em nenhum momento duvidou de que Deus o conduziria á vitória.

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